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iPhone 4G: Naturalmente Viral …

abril 22, 2010

Este é o novo iPhone | Gizmodo Brasil.

Enquanto a Gizmodo mostra o suposto iPhone 4G que um funcionário da Apple parece ter esquecido em um bar, uma série de novos vídeos jorram no Youtube com especulações do que esse novo iPhone poderá fazer … Selecionei alguns interessantes abaixo …

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iPhone Transformer !!!


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iPhone 4G concepts – para todos os gostos …


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O papel vai acabar? Não, o papel já acabou!

abril 21, 2010

No início do ano estava na Itália e um grande amigo me convidou para passar um final de semana na Holanda, eu sem hesitar aceitei e no final de semana seguinte lá estava eu na terra sob o nível do mar…

E o que isso tem a ver com o papel? Pois é, não tem, mas deveria!

O fato é que tudo aconteceu sem a utilização de sequer uma folha de papel! Do convite, ao envio dos meus documentos (digitalizados, por email), compra da passagem, check-in e bilhete!!

A AirFrance e a KLM disponibilizam cartões de embarques digitais para smartphones. Você pode acessar pelo site ou via email o QR Code do seu cartão de embarque.

Leitura do "cartão de embarque" digital

Como pode-se ver, para alguns processos (bem complexos por sinal) o papel já acabou… mas e o papel das indústria de mídia?

Essa é uma discussão que ouço e participo há mais de 10 anos. Nascida com a popularização dos computadores pessoais, agora ganha força com as promessas dos tablets e o sucesso do iPad.

Eu particularmente sempre acreditei que sim, o papel iria um dia “acabar”, recentemente apostei que em menos de 10 anos as rotativas dos jornais se aposentariam.

Essa visão lhe assusta? Sulzberger Jr., presidente do New York Times disse ao jornal israelense Ha’aretz: -“Não sei se continuaremos imprimindo o ’Times’ em cinco anos. Eu não ligo.”… e isso foi em 2007!

Alguns números nos mostram claramente a rápida mudança de hábitos:

  • o tempo médio gasto na leitura dos jornais nos EUA não chega a 30 minutos por dia.
  • 8 em cada 10 americanos entre 18 e 34 anos sequer olham qualquer jornal.
  • Quase 40% das pessoas com menos de 35 anos, dizem esperar utilizar a internet no futuro para se informar, e só 8% citam jornais.

Mas além das tendências, o fato é que com os novos modos de consumo de informação digital, o papel tende a se tornar inviável economicamente. O mercado do papel encolhe enquanto o do digital se expande… agora resta apenas acertar os modelos de negócio no mundo digital e calibrar os ganhos com publicidade, que parecem estar chegando em ponto de quebra.

Segundo um estudo da PricewaterhouseCoopers, desde 2002 o Market Share de publicidade em internet vem aumentando em quanto o dos jornais cai, e em 2012 esses números devem estar equivalentes.

Pra mim, já é um tanto absurdo pensar que toneladas de papel e tinta, e uma intrincada organização logística com caminhões, vans e um exército de pessoas  são necessárias para que, todos os dias, chegue em minha porta um jornal imenso (do qual não aproveito metade) e eu possa consumir informação. Com um iPad nas mãos, isso já me parece algo do século passado…

Por: Alexandre Leal Machado :: Mobi9

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iPad is the future: Homenagem a minha amiga Thati com seu iPad

abril 21, 2010
tags:

Pushing envelopes: the iPad is the future | Money | guardian.co.uk.

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Field Agent App: o primeiro aplicativo de celular que te remunera para usar

abril 21, 2010

Field Agent App – The First App That Pays You.
Field Agent ė o primeiro aplicativo de celular que te paga pelo uso. Não, você não ficará rico com ele, mas é uma brilhante idéia para quem quer distribuir pequenas tarefas remuneradas pelo mundo, como checar produtos em prateleiras, pesquisas de preços, fotos locais, etc. Até agora, as tarefas tem remunerado valores na faixa de US$2. Se sua empresa for contratante paga US$3 por tarefa e a Field Agent retém a diferença em comissão. Já estou viajando na infinidade de aplicações que essa idéia traz. Já pensou?

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Android VS. iPhone …

abril 19, 2010

(via@danielvann)

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iPad 3G chega dia 7 de Maio nas lojas nos EUA, reservas na Apple Store

abril 19, 2010

Pronto, nós que corremos para ter o iPad, já teremos algo obsoleto na mão – reservas estão abertas na Apple Store para o iPad 3G. O mais interessante nos EUA são os planos de internet ilimitada para o 3G com a AT&T por US$30 por mês. Será que teremos algo semelhante aqui no Brasil?

iPad 3G coming by May 7th — Engadget.

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iPad printing: solved (via @engadget)

abril 17, 2010

iPad printing: solved — Engadget.

O Engadget publicou esse post já há alguns dias e ainda com humor dizendo, “magical for its simplicity”.  Verdade porém que eu já venho imprimindo pelo iPad faz alguns dias, compartilhando as impressoras da minha home network,  utilizando o aplicativo Air Sharing HD da Avatron; que além de resolver a questão da impressão, ainda transforma o iPad em um HD (disco rígido – ou melhor, muito flexível), que daqui do iPad de onde estou postando, posso imprimir, enviar por e-mail e muito mais …

Alguém ainda tem dúvidas que o iPad não tem as limitações que tecnólogos teimaram em apontar:

– camera issue: solved (Apps camera A – camera B + iPhone 3GS) – ainda um solução limitada para que já tem o iPhone 3GS

– printing issue: solved (App Air Sharing HD ou Google Cloud Printing)

– Flash issues: to be solved by Adobe itself (HTML5)

– doing constructuve work: solved (multiple apps as WordPress, Keynote, etc…)

– tranferindo filmes, imagens e apresentações para a TV ou monitor (use os mesmos cabos Dock – RCA ou Video Componente do iPhone)

– etc … mais alguma?

Outros aplicativos que ainda não testei, prometem ainda bastante funcionalidades na gestão de sua home ou office network como FTP ON THE GO e LOGMEIN IGNITION.

Mais algumas semanas nas mãos de desenvolvedores de aplicativos e veremos no que o iPad turbinado de aplicativos irá se transformar …

(veja abaixo o demo do HD Air Sharing feito pot TNerd.com)

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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iPad: Minha opinião após uma semana

abril 16, 2010

Estive testando o iPad por uma semana. Acompanhei também a grande maioria das opiniões de especialistas, jornalistas, blogueiros, curiosos e twitteiros de plantão. A melhor posição que li até hoje foi do David Pogue do New York Times, que dividiu o mundo em dois, os tecnológos, muito críticos à falta de algumas funcionalidades e o resto do mundo que ia amar o device. Outras opiniões como TUAW, Gizmodo e WSJ tech, vão muito além, prevendo um enorme sucesso e uma potencial transformação da indústria de computadores pessoais, publishers, games, entre outras.

Mas chegou a hora da minha opinião. Estive grudado com o iPad por cerca de 18h por dia. Sim, tenho dormido pouco. O mais curioso porém, que nas horas que estava com o iPad em casa, meu filho de 5 anos ficou grudado ao meu lado vendo uma nova forma de ler jornais, revistas, jogar games, etc. E a frase mais falada por ele: “Papai, não é que o iPad é nosso???”. Nas horas em que eu começava mexer com blogs, e-mail e coisas do trabalho, ele pedia o iPhone, para continuar fazendo as coisas legais que esses aparelhos móveis recheados de apps nos proporcionam: encantamento. Tenho que concordar de novo com o Steve Jobs: “A magical and revolutionary product at an unbelievable price”. Bom, posso deixar até o preço fora dessa.

Bom, mas vamos aos fatos. Eis a lista do que mais me chamou atenção nesta semana para o bem e para o mal, mas que confirmam na minha opinião a expectativa dos mais otimistas:

– É mesmo íntimo e pessoal, para sentar e relaxar no sofá e aproveitar o consumo de mídias

– Muito mais rápido que o iPhone

– Bateria dura mesmo mais que 10h, nunca tive que recarregar ao longo de dias de 12-18h com ele até com alta utilização

– O display é do tamanho certo e um claro upgrade com relação a navegar no iPhone e não deve nada aos laptops

– Navegar com os dedos é sim uma nova vida

– Senti limitações ao criar conteúdo (apresentações, blog, etc), mas perfeito para consumir conteúdo

– Os quase 200mil apps na App Store já fazem a diferença (iPad já nasce pleno de funções)

– O iPad combinado ao Mobile Me efetivamente coloca na prática o poder do Cloud Computing

E algumas coisas específicas que me chamaram a atenção:

WSJ: me provou que existe um jornal no futuro e com modelo de negócios (jornal instantâneo)

– Outros na área de jornalismo USA Today, New York Times, BBC, Reuters, AP, etc… fizeram apps bonitos que demonstram uma nova navegação com respeito a web, mas não resolveram o modelo de negócios ainda

– Dois jornais brasileiros, Estadão e O Globo correram para colocar um pé no iPad, mais ainda com versões muito limitadas

O e-book app Alice mostra o potencial dos livros nos tablets

– Kindle é melhor no iPad que no próprio Kindle

– ABC criou um app campeão para ver as séries de TV (para quem está nos EUA)

– Os games são fantásticos (não mostre aos seu filho, se não quiser um sócio para o iPad)

Bom isso tudo só para começar. Estou convencido que a transformação nos próximos anos será gigante, catalizada pela explosão da internet móvel, lojas de aplicativos, cloud computing, tablets, super smart phones, LBS, social networks … A chegada do iPad é talvez um marco nesse processo que já começou há alguns anos…

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Veja também:

iPad, revisão dos 150 dias

Qual iPad devo comprar? Com ou sem 3G? 16, 32 ou 64 Gb?

O Jornal Instantâneo: WSJ dá pistas de um modelo que poderia ser o jornal do futuro

abril 13, 2010

Depois de dois dias navegando pelas propostas de jornais no iPad, estou convencido que o WSJ largou na frente novamente no mundo online. Foi o único que não criou simplesmente um app. Criou um modelo de negócios e sinalizou com seu jornal instantâneo – WSJ NOW – que existe muito mais no mundo dos tablets que sair correndo e colocar no ar um iPad App de graça.

A maioria dos Apps que usei são bonitos, visuais, interessantes, uma vitrine para as marcas, um teaser para a compra do jornal, mas nenhum teve a profundidade e visão de futuro como o WSJ.

O que está por trás do WSJ NOW? Sem ter entrado nunca no prédio do WSJ, posso apostar que existe ali um redesenho completo da redação para suportar a criação de jornais instantâneos. (Quem já viveu uma redação sabe o que isso significa.) Quantos fechamentos diários são necessários para se passar a impressão ao leitor que o jornal está oferecendo uma versão instantânea? Será que foi criado um template modular que facilita o fechamento imediato a cada momento? Com certeza redesenharam isso e muito mais. Redesenharam nas suas cabeças o jornal do futuro e implantaram sua primeira versão. Tanto é que estão cobrando mais pela versão iPad que a versão papel: estão entregando um jornal instantâneo, enquanto o da banca já chega desatualizado em pelo menos 6 horas.

Uma coisa é fato: ganharam mais um assinante no Brasil a U$17,29 por mês.

Veja a página do WSJ iPad App na internet: WSJ for iPad – WSJ.com

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The tipping point of social media: Arte ou ciência para influenciar nas curvas “S” de adoção de novos produtos e tecnologia?

abril 9, 2010

Não é de hoje que estudos aprofundados são feitos sobre as curvas de adoção e ciclos de vida de novas tecnologias. Há mais de 15 anos, no MBA, me apresentaram a famosa curva de Everett Roger, de seu livro Diffusion of Innovations, escrito em 1962. Nele, Roger mostra um padrão de adoção de novas tecnologias seguindo uma curva tipo “S”. Outro livro escrito em 2000, por Malcom Gladwell, The Tipping Point explora os níveis em que o momentum para a transformação se torna irreversível. Esses dois conceitos me inspiraram ao longo dos anos em buscar um aprofundamento na questão da “Arte ou ciencia para influenciar nas curvas S de adoção de novos produtos e tecnologia?”. Pergunta comprida para um tema que insiste em ser mais complexo do que normalmente é encarado e gerenciado por métodos intuitivos..

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Pois bem, hoje em dia nos deparamos  com situações semelhantes frente a adoção de redes sociais, a proliferação de campanhas virais, a chave do sucesso ou fracasso da comunicação ou de lançamento de um produto. De fato se analisarmos por exemplo a curva de adoção do Facebook pela evolução do tráfego no Alexa notamos a formação de algum padrão de curva “S”.  Colocando na mesma linha do tempo Myspace, Orkut, Hi5 e Facebook, percebemos também as variações de curva “S” que acabam se desenhando. Percebemos recorrência de mini “Ss” e estágios mais iniciais e mais avançados dentro da macro curva de adoção. Percebemos também potenciais sinalizações de final da curva e início da decadência, como começamos a verificar com o Orkut já no início de 2007.

Nesse momento, eu mesmo, me aventurei em um lançamento de uma rede social, o Limão. Sim um site jovem, mas muito ancorado em uma rede social com comunidades. (Em um post futuro, falarei mais profundamente sobre as lições aprendidas com o Limão, cujo projeto foi âncora para o lançamento de mais de 10 propriedades digitais para o Grupo Estado) Ficamos nesse estágio obcecados com a tal de curva “S” das redes sociais e como melhor usá-las para  lançar produtos e comunicação. Percebemos que há casos em que se passam 2-3 anos sem algum sinal de “decolagem” ou como se fala no popular -vai pegar ou não ?.

Li recentemente em um paper de David Griner do The Social Path (replicado na íntegra no final deste post), algo que já seguiamos consciente ou intuitivamente em start-ups como da Oi, ou que assistímos frequentemente nos pré-lançamentos de Steve Jobs do iPad, iPhone, etc. Existem duas formas de lidar com as curvas de adoção: pro-ativamente ou reativamente. Não estamos inventando a roda aqui, isso faz parte do dia-a-dia das agências de publicidade. Mas por exemplo, muitos criticam quando uma agência cria uma campanha viral, tipicamente uma atitude mais reativa, mas “bomba” a campanha com inserções na TV com com uma atitude pró-ativa. O que está se tentando aí, é simplesmente tentar chegar mais rápido na parte inclinada da curva “com grande derivada” (- sorry I am an engineer and consultant at the core).

Agora como balancear essas duas frentes reativa e pró-ativa e não gerar um gosto artificial na boca dos consumidores?Bom, essa é a pergunta de US$ 1 milhão que justifica os fees das melhores agências e os salários dos grandes profissionais de marketing e CEOs. Posso dar exemplo de algumas coisas que deram certo e errado na minha experiência:

caso Oi:  Inspirados pelos lançamentos das terceiras e quartas operadoras de celular nos países europeus, notamos alguns casos de forte curva de adoção inicial como no start-up da Amena (agora Orange) na Espanha e da Optimus em Portugal. Mais particularmente no caso da Optimus nos inspiramos na campanha de pré-lançamento que conseguiu a adesão de 800 mil interessados no serviço, 1 mês antes do lançamento oficial. Na Oi, o conceito foi aprimorado com uma promoção ousada com a campanha de lançamento de “31 anos de ligações grátis no fim de semana”, utilizando a potencial ociosidade padrão das redes nos sábado e domingos. Como resultado foram mais de 4 milhões de inscrições e 500 mil clientes convertidos em 2 meses nesse plano inicial e limitado aos que tinham se pré-inscrito. Esses números cumpriram em 2 meses o que seria a meta do primeiro ano do business plan e impressionam até se comparados com pré-lançamentos com maestria de Steve Jobs, como nos 300 mil iPads vendidos no primeiro dia.

caso Limão:  Buscamos acelerar o funil de marketing (awareness, purchase intent, try, repeat), lançando uma forte campanha disseminação inicial da marca com a Lew Lara, intitulada internamente : “Limão que po… é essa?”. A palavra limão todos conhecem , mas como site jovem e rede social, seria inusitado. Limão vai bem com doce e com salgado, um catalizador natural de transformação de gostos, sabores, sentimentos … Bom, a campanha foi um sucesso e premiada, 500 mil usuário cadastrados e com CPF em 6 meses. Como assim com CPF? Uma rede social pede CPF? Bom aqui não conseguimos convencer o jurídico e alguns acionistas que para jogar esse jogo deveríamos seguir as regras de mercado. Rede social não pede CPF, principalmente focada em jovens de 15-25 anos. Mas esse não foi o único porém, o produto em si não conseguiu evoluir rapidamente e entregar toda a expectativa e buzz gerado pelo sucesso da campanha. Foi com certeza um mal balanceamento e de timing entre as formas reativa e pró-ativa de se interferir na curva de adoção.

Bom, desculpem-me pelo post longo, pois realmente esse tema tem história para livro, mas para resumir esses temas são extremamente complexos, e poucos profissionais no mercado são realmente mestres nessa arte. Agora, nada como trazer um pouco de ciência nessa arte e minimizar os riscos de uma gestão puramente intuitiva…, né não  ???

Veja abaixo o paper que mencionei. Traz alguns conceitos a serem considerados na criação de campanhas em redes sociais …


Atualizado: Será que o PING conseguirá acelerar sua curva de adoção? Veja primeiras impressões.

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