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Há luz no fim do túnel??? Como construir um Brasil vencedor???

julho 11, 2014

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Sete a um, apagão, depressão … Se fosse só no futebol, até que estava bom, mas é também na saúde, educação, segurança, infra-estrutura das cidades, energia, política. Mas agora até no futebol, realizamos que o Brasil já não é a referência há muito tempo. Bom, a ficha caiu, mas o que fazer??? Há uma luz no fim do túnel??? Como construir um Brasil vencedor??? Mas não só no futebol…

Não, não tenho aqui uma solução imediatista, nem uma formula mágica. Também não vou entrar em política, pelo sim e pelo não situação e oposição já tiveram suas chances várias vezes e já acertaram em algumas, mas cansaram de errar, fracassar e nos decepcionar.

O que fazer? Fugir do país e se instalar em um condomínio em Miami, ser dekassegui no Japão, estudar fora e buscar uma carreira internacional, ser garçom, atendente, empresário, dentista, ou o que der para fazer com o passaporte Europeu, que alguns de nós guardamos na gaveta para o plano B?

Já segui este caminho também e mantive esse modo de pensar por quase 20 anos, e muitos dos quais vivendo ou viajando intensivamente entre Ásia, Europa e Américas. Acho que agora chegando aos 50 anos, minhas fichas vem caindo já algum tempo e as peças de uma solução começam a se encaixar na minha cabeça.

Voltei sim para o Brasil e vivo aqui há mais de 10 anos. Tentei o Rio, voltei para minha terra natal São Paulo e finalmente decidir me instalar em Florianópolis, terra da minha esposa e companheira para buscar uma infância mais equilibrada, livre e feliz para meu filho.

Aprendi algumas coisas em minha jornada e principalmente ao viver na Alemanha e no Japão, este último por 3 anos. Esses países já foram arrogantes e tentaram dominar o mundo. Esses países já provaram uma derrota, e muito mais que 7 a 1, tiveram “terra arrasada” e tiveram que começar tudo do zero. Mas entendi, aos meus 16 anos, a fazer intercâmbio na Alemanha, que eles tinham aprendido um lição como povo. Eles tinham ojeriza ao próprio passado, mas educativamente tomaram como uma lição individual e para cada um e não só como missão dos governos. Lá entendi civilidade, responsabilidade de cada um, respeito a regras, planos, horários, respeito ao próximo.

No Japão, estive mais tarde, nos meus 30 anos. Igualmente um país reconstruído nos destroços de duas bombas atômicas que não destruíram somente duas cidades, transformaram o orgulho de uma nação em pó. Lá encontrei um nível ainda mais avançado de civilização que na Alemanha. O respeito ao próximo e a civilidade é já um tapa na cara imediato a qualquer um que ouse ser mais esperto e se aproveitar dessa benevolência toda. Só como exemplo, a polícia japonesa não tem armas de fogo e por mais difícil que nós possamos entender como poderia funcionar. Funciona… Sim, funciona…

O que Alemanha e Japão tem em comum, além de uma derrota bem maior que 7 a 1. Eles aprenderam que civilidade, educação, respeito é missão de cada um. Eles aprenderam a respeitar as leis, regras, acordos, pois aprenderam que o melhor para todos é melhor que o melhor para o indivíduo. Ser “espertalhão” no Japão é uma vergonha, digna de suicídio quando desmascarado.Ser aposentado no Japão é uma vergonha, pois é voltar para a casa e reconhecer não ser mais útil para sua sociedade, para seu país. Isso é muito difícil para um brasileiro entender. Mais de novo, eles aprenderam tomando bem mais de 7 a 1.

Portanto, BRASILEIROS, meu filho, meus amigos, eu mesmo, prefiram o 7 a 1 como uma dica “barata” de “terra arrasada”, amarre o AMOR na chuteira, aprenda com a Alemanha a como fazer o turnaround no futebol em 12 anos, se inspire na própria Alemanha ou Japão a como ter responsabilidade e civilidade individual pelo bem de todos. Evite de escolher seus líderes os ditadores, enganadores ou pessoas que possam levar o nosso país a derrotas tão devastadoras como a Alemanha ou Japão na guerra.

Ou melhor, reconheça talvez que esse 7 a 1, é o “wake up call” de que na verdade nós já perdemos a guerra, da saúde, educação, etc, etc e que essa copa mais uma vez nos manteve iludidos com a famosa tática romana e italiana  do “Panis et Circenses”. Pois é, a Itália também perdeu a guerra e ainda não conseguiu criar o “turnaround” da Alemanha ou Japão. (Mas isso é tema mais profundo e para um outro post.)

Ou seja, vou ser claro. . Nós perdemos a guerra. E não só no futebol . Acordemos, Wake Up. Podemos escolher 3 caminhos. O do Japão, o da Alemanha, o da Itália ( e me permito, pois tenho também a cidadania italiana e vivi lá por 4 anos.) Claro que simplificando muito, a Italia escolheu o caminho do pão e circo, da individualidade e dos Berlusconis.

Agora BRASILEIROS, meu filho, minha família, meus amigos, eu mesmo. Agora é comigo, com você com cada um. Por favor, pense e escolha o caminho do respeito, da civilidade, da educação, vote certo. Assuma a responsabilidade e respeito pelo que acontece ao seu redor. E amarre o AMOR na chuteira, pois acho que se escolhermos o caminho da Alemanha e do Japão, temos na nossa nação um conteúdo extra que podemos potencializar o resultado que conseguiram. Eles chegaram até o respeito ao próximo. Se conseguirmos além de respeitar, AMAR ao próximo como a nós mesmos, aí sim acredito que teremos criado um novo patamar de civilização.

Mais não entenda o AMOR como um tom religioso ou dogmático. Nós brasileiros temos sim um AMOR a mais para dar a todos e a Copa é prova disso. Entenda como fizeram os Japoneses ou Alemães que quando o para mim é maior que o para todos, todo mundo perde. Somos partes vivas, interconectadas e integrantes do mesmo universo. Se eu pisar na cabeça do outro para não me afogar, acabarei me afogando também.

Repito, então, aceite esse 7 a 1 como uma dica “barata” que na verdade perdemos a guerra. Enxuque as lágrimas, aproveite essa dor para pensar, meditar, beber, fugir da realidade por alguns dias. Agradeça que a bomba atômica nunca caiu por aqui para termos que acordar. Mas acorde, e faça a sua parte seja civilizado, respeite seu próximo, contribuía para a (re)construção do TODO. Escolha seus líderes com inteligência. Ame e sejamos felizes !!!

Buscando a fonte da inovação

junho 6, 2014

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A busca da fonte da inovação (articulista na página de opinião do Diário Catarinense 31/5/2014)

Em tempos em que administração de empresas é quase uma ciência com metodologias conhecidas e fortemente divulgadas pelas consultorias, a inovação continua sendo um tema abstrato. Por quase 30 anos em empresas de ponta, nas Américas, Ásia e Europa, conheci pouquíssimos ambientes com real estimulação da inovação. Pelo contrário, ambientes que podam a inovação são os mais comuns de serem encontrados.

O normal é encontrar gerentes e não líderes nas empresas, gerentes presos aos seus títulos e às ideias que já deram certo e não buscando algo novo. A base da inovação está na atitude. A inovação tende a aparecer naturalmente com líderes visionários, que disseminam a paixão pelo negócio a todos os níveis da organização, em que todos se sintam donos do negócio. Mas então se não tiver uma empresa de smartphones em que os colaboradores se apaixonem pelos produtos, nunca conseguirei inovar? Não me parece.

Nas experiências que passei, vi inovação em forjaria no Brasil, fábrica de tecido na Itália, farmacêutica no Japão e fabricante de refrigerantes na Coreia. E o que mais me marcou foi que o ser humano, em qualquer lugar ou posição, quer fazer a diferença, mudar o mundo. Seja no chão de fábrica ou no escritório, quer dar motivo nobre às suas 40, 60, 80 horas semanais de trabalho. A inovação na verdade já é real e está na mente dos colaboradores. Cabe aos líderes criar um ambiente, uma atitude na empresa para que a inovação não seja podada pela raiz.

Na prática, analise se você estimula a inovação na sua empresa. Repense um pouco sua própria atitude:
— Tenho dado abertura para que meu time exponha sua opinião?
— Deixei claro que o projeto não é meu, mas de todos?
— Afinal, tenho sido um catalisador ou inibidor da inovação? Responda sinceramente e talvez encontre a real fonte da inovação…

Meu filho começou um blog de games …

abril 28, 2014

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Meu filho começou um blog de games … Tem nove anos e já quer expressar suas opiniões para o mundo. Realmente as coisas mudaram muito com essa tal de tecnologia. Com nove anos já se considera “Gamer” e tem amigos que já são “Youtubers”. Não que eu saiba perfeitamente o que isso significa, mais ele me explicou que os “carinhas” que fazem videos com dicas de jogos são conhecidos como “Youtubers”

Ele que me considera um blogueiro experiente, me pediu dicas sobre blogs e blogueiros, que ele queria fazer um benchmark. Recomendei que ele olhasse o blog do Neto, Não Conte Pra Mamãe, o Brainstorm9, Mashable, Techcrunch, para ele ter uma gama de idéias. Para minha surpresa ele leu bastante do blog do Neto no texto Dois Lulas e disse “profundo, não”. Pois é, escrever e mexer com as pessoas é um dom, e o Neto tem conseguido isso com seus posts no blog e Facebook.

Um blogueiro experiente é aquele que consegue transmitir sua expertise, conhecimento, sabedoria, emoção, etc … e provocando um “crowdsourdcing” de aprofundamento dos temas através dos comentários e discussões.

Não, não me considero um blogueiro experiente, mas estou muito feliz em aprender com você meu filho em como podemos explorar esse novo mundo juntos. Estou aqui para te apoiar, ajudar, amparar, mas também para aprender junto. Amo você, filho, muito sucesso no seu novo empreendimento … Mobi9Games

 

 

 

 

 

 

 

É hora de mudar … (-se) …

agosto 1, 2013

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Primeiro de agosto de 2013. As férias acabaram e é hora de voltar a nossa velha rotina, aquele nosso dia a dia …

Mas, … , espera aí, … depois de tudo que se viu nas ruas no último mês, … depois do esperado fim do mundo, que não veio para acabar com nossas angústias, … depois de meses e meses de custos subindo e receitas caindo na empresa e não conseguindo enxergar uma luz no fim do túnel. … Depois de uma simples passagem de ônibus ter um valor que consideramos se conseguiremos ou não pagar. Depois de um simples programa familiar de cinema e pipoca poder representar 25% de um salário mínimo no país. Depois daquela saída ao restaurante ou viagem de férias que se transformou de um prazer a um motivo de 100% de irritação (como até mencionado na capa do Portal do Estadão). Está claro que algo está errado, em vários níveis, e não vou nem entrar aqui no tema da corrupção e des-governança em que se encontra nosso país.

Bom, sob alguns aspectos, posso dizer que já esperava que muito disso viesse acontecer algum dia. Explico. Em 1990, dois anos depois de me formar engenheiro, e vendo o Brasil sem esperança no curto prazo, fui morar na Europa e logo comecei a entender alguns motivos de diferenças fundamentais que vivíamos no Brasil. Me perguntava, o porque de na Europa os restaurantes tinham muito menos funcionários e muitas vezes uma só família tocava tudo sozinha. Ou porque os serviços eram tão caros, ou mesmo porque uma sociedade tão rica e famílias que por vezes tinham Ferraris, não conseguiam ou queriam ter motoristas e empregadas domésticas que os ajudassem em casa. Meu questionamento foi só aumentando quando em 1998 fui morar no Japão. Lá entendi que talvez eu tivesse feito uma viagem ao futuro, onde por razões históricas, cultura milenar, pós-guerra, etc, a sociedade alí tinha atingido um nível de respeito, educação, maturidade, igualdade, que talvez em uns 20 anos, somente, o Brasil conseguisse vislumbrar. Lá, cheguei a cair da cadeira ao ter que pagar US$500 por um bife de Kobe ou ver apartamentos de 100 m2 custando US$5 milhões. Ainda assim, ao ver que renda média da família japonesa em US$8 mil e com uma distribuição de renda muito menos piramidal que a brasileira, ficou claro que eu estava vivendo um país que tinha buscado reduzir as diferenças.

Bom, mas para quem está no Brasil hoje, em 2013, em algumas partes estamos chegando quase lá …? Nosso bife de Kobe já chegou na centenas de reais e os apartamentos chegaram na faixa de milhão de dólares. No entanto a renda média familiar continua longe do patamar japonês, europeu ou americano. E a distribuição, então, nem se compara. Mas, porque, 15 anos depois, estamos alcançando rapidamente o nível de preços, mas as entradas, receitas, salários, não conseguem nem espelhar uma tendência semelhante?

Tentei explicar isso ao meu filho hoje, e me veio em mente as razões históricas, do Brasil tendo sido colônia de exploração, com a escravidão e o prolongamento da sociedade dicotomizada entre burguesia e proletariado. E que finalmente, nos últimos anos, a base da pirâmide começa a ter uma remuneração menos indigna e que começam a poder ter sonhos que antigamente não podiam se permitir, como ter uma casa, um carro, uma viagem de férias. Do outro lado, as famílias que tinham empregada, babá, motorista começam a sentir a pressão do aumento desses custos. Os restaurantes e outras empresas de serviços passam também a sentir a pressão do excesso de funcionários, comparado com os semelhantes europeus, japoneses, americanos e tentam em um primeiro momento, repassar os custos em preços. E é nesse ponto que retorno ao artigo do Estadão do início do post.

Bom, entendi, estamos então em um momento de reinvenção da nossa sociedade, com melhoria de distribuição de renda, melhor igualdade social, mais respeito às diferenças e diminuiçao das desigualdades. Nos negócios, o momento é da busca de maior eficiência até como condição fundamental de sobrevivência.

“Ah, então estamos chegando lá, estamos no caminho e tudo isso que vivemos é uma febre, que é o trabalho dos anti-corpos na nossa recuperação” – poderão dizer alguns … Infelizmente não é não.

Nosso problema é muito maior… Mas nossa oportunidade também.

Nossa oportunidade nesse momento em que o “Brasil acordou” é entender o que cabe a cada um de nós nessa nova era:

– os governantes tem a oportunidade de abandonar de vez o modelo de colônia e corrupção e assumir com responsabilidade e coragem uma nova era, menos politicos, menos regalias, menos, menos, menos, …: reinventem-se, mudem-se

– os empresários tem a oportunidade de reinventar seus negócios, buscar eficiência e não buscar simplesmente a manutenção do status quo com barreiras de entrada e legislações protetivas: reinventem-se, mudem-se

– as familias que não tinham limites de gastos antigamente tem oportunidade de revisar suas prioridades, cortar os luxos e exageros em excesso, carros, viagens, festas. Dêem valor ao que realmente tem valor, fiquem mais junto e gastem menos tempo com distrações: reinventem-se, mudem-se

E eu??? O que eu posso fazer nisso tudo?

Bom, talvez eu possa no meu nível acabar com a corrupção. Eu posso não colaborar com o sistema vigente em cada ato no dia a dia. Eu não vou colaborar com a corrupção e desonestidade. Eu vou buscar mais eficiencia nos meus negócios e não corromper por regalias e barreiras. Eu vou ajudar a minha família a entender o que realmente tem valor, independente ao que o vizinho faça. Se tiver que deixar de viajar, deixarei. Se tiver que seguir o exemplo do carro do Papa, seguirei. Ao invés do buffet infantil, cortarei um bolinho com os amigos em casa, como minha mãe fazia para mim.

Mas, acima de tudo, acho que o momento vai muito além de tudo que falei até agora. Os extremos a que chegamos e a insatisfação geral com o status quo, são de fato uma grande oportunidade para mudarmos como Planeta Terra. Seja com a perspectiva social, seja ecológica, seja emocional, seja espiritual. Que nessa volta das férias, que cada um de nós consiga entender o papel que cada um faz nessa engrenagem e que consiga se reinventar, pois CHEGOU A HORA DE MUDAR …

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Contem conosco no que precisarem … MOBI9 – mobilize … inove

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Pensando em emendar esse fim..zinho de ano ???

abril 2, 2013

Nas conversas com amigos, essa foi a frase dos últimos dias, agora que o Carnaval passou, só nos resta emendar esse fim…zinho de ano …

… e bem, em um mundo em que impera o “chaos” , trânsito, violência, corrupção, inversão total de valores, até que a vontade é essa mesmo, fugir de tudo isso e deixar que o tal fim do mundo se encarregue de resolver o que não conseguimos individualmente mudar.

Pois bem, mas hoje acabou o horário de verão (verão esse que nem sei se existe mais, “by the way”), e nos dá a oportunidade mais uma vez em reformular e repensar o que poderíamos fazer de diferente nesse novo ciclo que se inicia com o pós-carnaval. (Aliás, algo que também deveríamos repensar aqui no Brasil com nossos anos de 10 meses …) Cada um de nós, dentro das nossas esferas, empresa, família e consigo mesmo, toma suas decisões de ano novo e se programa para iniciar a dieta na segunda-feira, uma nova atittude no trabalho, uma mudança nos rumos da empresa e por aí vai.

Não sei bem porque, sinto que este ano será diferente. Não sei se porque estamos todos insatisfeitos com o “status quo” geral e chegou a hora do basta, ou seja porque as previsões do fim do mundo instaurados no inconsciente coletivo nos geram uma esperança de que as coisas tem mesmo que mudar para valer.

O fato é que tenho ouvido frases que inspiram mudanças em todos os níveis como pessoal, empresarial, mental, espiritual. Uma que me chamou atenção foi: “Cansei de comprar o que não preciso, com o dinheiro que não tenho, para mostrar para as pessoas que nem bem conheço”. Outra coisa que não sai da minha cabeça são as palavras frugalidade e simplicidade. No lado empresarial, me inspiram os empreendedores que com seus start-ups querem mudar o mundo transformando indústrias. E nesse caso tenho que citar mesmo o Steve Jobs: “Os loucos que pensam que podem mudar o mundo, são aqueles que efetivamente o fazem” (veja o vídeo). E pelo bem ou pelo mal (para quem leu sua biografia), foi o que ele realmente fez com a indústria da música, celulares, computadores, mídia impressa, etc.

Ou mais espiritualmente falando, vi recentemente o filme Siddhartha, dos anos 70, supostamente uma paródia da vida do príncipe indiano que virou Buddha, e líder espiritual para bilhões de pessoas do lado de lá do mundo. Para resumir, ele vivia no suposto “paraíso”, mas foi conhecer o mundo, suas tentações, passou pelas suas experiências e buscou a solução para o sofrimento humano e foi no desapego, na simplicidade em que encontrou o seu “Nirvana”.

Aí, você me para e diz: aonde quer chegar com tudo isso? O que a Mobi9 tem ha ver com isso? Leio seu blog normalmente, mas agora você me confundiu …

Pois então, Mobi9 é mobilize … inove. As pessoas são as empresas e as empresas são as pessoas. Start-ups de empresas são como incubação do sonhos de seus empreendedores. Portanto, me diga qual é o seu sonho e te direi se você deveria considerar mesmo emendar esse fim…zinho de ano. Se seu sonho for de mudar o mundo, ainda que na esfera em que tem atuação, mobilize e inove. Inove ao reformular seus sonhos, seus desejos, suas metas de início de ano. Busque uma verdade maior, um sonho mais completo do que um IPO para ficar rico aos 30 anos de idade. Inove ao ser louco suficiente para achar que pode mudar o mundo. E mobilize, pois sozinho não se consegue nada. Tenha um sonho grande que inspire sua equipe, amigos, família, energize-os com sua visão transformadora e utilize seus recursos com frugalidade e simplicidade.

Ou seja, o início de empresa é como uma resolução de ano novo. Pode começar na segunda e terminar na quinta ou pode transformar mercados e indústrias. Agora nada acontece se você não começar. Portanto, aproveite esse momento, reveja e reformule seus sonhos e se for louco para achar que pode mudar o mundo, dê seu primeiro passo … Ou simplismente emende esse fim…zinho de ano e torça para que no ano que vem tenhamos de novo a oportunidade de recomeçar.

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Não vou comprar o iPhone 5 …

setembro 14, 2012

E nesta semana, mais uma vez o mundo da tecnologia parou para presenciar a chegada do iPhone 5 e desta vez o que apareceu já estava “rolando” tanto nos rumores, que nem parecia mais novidade. Ainda assim, ele chega mais rápido, elegante e aprimorado em tudo aquilo em que já estamos viciados e fidelizados pelo mundo Apple e sem romper com o que os antecessores já tinham acertado. Bom e agora nos toca fazer mais um upgrade …?

Calma, veja bem …

Eu fui um dos que primeiro teve o iPhone original por aqui no Brasil e também fui logo migrando para o iPhone 3G, bem como um dos primeiros na fila da Vivo no dia que o iPhone4 chegou. Com o iPad também não foi muito diferente, dois dias depois de lançado nos EUAs já tinha o meu primeiro, depois comprei um 3G e no primeiro dia do iPad2, também já tinha o meu. E sabe que ? … estou feliz com eles e muito feliz com os constantes upgrades de iOS e dos aplicativos.

Não comprei o novo iPad, pois achei que marginalmente não fazia sentido ter mais um iPad que me parecia pouco superior ao iPad2. Não comprei o iPhone4S por razões semelhantes, se bem que o SIRI e alguns outros features me interessaram à princípio.

Esperava portanto o iPhone 5 para ser meu próximo upgrade, mas algumas questões me cortaram a vontade no momento:

1) Um dos principais upgrades do iPhone5 é o 4G – LTE, que ainda está em piloto no Brasil e mesmo assim o iPhone5 lançado não é da mesma frequencia do LTE brasileiro, por enquanto. Ou seja, para comprar o iPhone 5 para usar o 3G, é o mesmo que comprar uma Ferrari para andar nas ruas esburacadas de São Paulo;

2) Mudaram a conexão de 30 pinos … Todos os meus cabos e conectores de 10 anos de investimento e instalações (desde o iPod Classic), inclusive no carro, não funcionarão. Ou seja, o iPhone4 me atende melhor ao meu dia-a-dia, ver filmes em viagens na TV do hotel, os docks espalhados em casa, escritório, casa de campo, etc. se tornariam obsoletos;

3) A bateria do iPhone4 dura mais que o iPhone4S e do 5 e acho que seria um upgrade crítico, o aumento do tempo de bateria;

4) O SIRI e outras coisas que eu queria testar virão para o iPad2 com o iOS6;

5) No fundo, são já anos e anos de conexão máxima, 7/24, com telefone, e-mail, Face-Time, Facebook, Twitter, iCloud, etc, etc, com tudo o que preciso onde quero, na hora que quero e no device que quero. Já sei bem como é, e tudo que o iPhone4 e o iPad2 (e os vários Macs)  já me oferecem.

Hoje, o que eu preciso na minha vida é desconectar um pouco, atender  menos o telefone, não checar e-mails o tempo todo, esquecer que Twitter e Facebook existem. Hoje, preciso me conectar com a Natureza, Esporte, uma Energia Maior, com a Essência da Nossa Existência.

Quem sabe, se o iPhone 6 ajudar nisso, volto a considerá-lo …

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Como tornar sua empresa uma constante produtora de soluções inovadoras?

agosto 20, 2012

Ouço bastante a frase que uma empresa é o que ela mede. Ou seja, as métricas de performance, ao longo do tempo, encaminham a transformação da empresa no que ela deseja ser. Agora quando se trata de números e custos, tudo fica mais fácil. No entanto, quando se trata de informações mais subjetivas, imponderáveis, as métricas ficam mais complicadas.

Na minha experiência, me deparei com algumas situações em que a métrica ou avaliação se torna mais complicada. A avaliação da concessão de crédito para pequenas e médias empresas, a avaliação de investimentos em startups, a avaliação de performance de consultores e a definição de KPIs de inovação podem se assemelhar na dificuldade de métrica e julgamento.

Pois bem, como nem todas as empresas conseguem fazer como o caso da 3M e estipular uma meta de 25% de faturamento para produtos criados nos últimos 3 anos e conseguir cumprir seus desejos, talvez soluções inspiradas em outras formas de avaliação possam servir de guia para métricas e avaliações mais subjetivas.

Veja texto completo no portal da EndeavorBrasil.

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